domingo, 24 de janeiro de 2010

É.


Pareceu amor a primeira vista, me apaixonei pelo seu olhar, pelo seu sorriso, pelo seu sotaque e pelo seu jeito. Foi a primeira vez que tive que lutar por alguém e abrir mão de algo. Desde esse momento eu sabia que você entraria na minha vida e levaria um pedaço de mim.

Todas as vezes que você se foi eu me sentia infeliz e incompleta, a única coisa que me mantinha vivendo era a esperança de que um dia você voltaria e traria meu pedaço de volta.

E você voltou, trouxe meu pedaço e muito mais, me deu tudo o que eu precisava: você. Agora que sou a pessoa mais feliz do mundo só posso desejar que isso seja pra sempre, mas sei que nada é. Contudo eu não consigo me imaginar com ninguém que não seja você.

Você me me faz tão feliz que me sinto levitando. Você me faz sentir segura, e confiante, e linda.

As palavras que saem da sua boca não poderiam ser mais gentis e seus abraços não podiam ser mais confortantes.

Eu só queria poder ter a certeza de que é pra sempre.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Algo diferente do que tenho escrito.




Esse não é mais um texto como os outros, é só um pensamento que tive ontem conversando com uma amiga e percebi que era muito importante colocar no Blog.

Estavamos discutindo "escrever bem" ou "escrever mal" e cheguei a uma conclusão que me fez muito sentido.

Quando as pessoas escrevem, elas se abrem e mostram seu interior (e é preciso ter muita confiança e coragem para fazê-lo), sendo assim, não esxite "escrever mal" ou "bem" é uma questão de entender o interior da pessoa. Quando essa pessoa é parecida com você, teve experiencias iguais ou sentimentos compartilhados da mesma maneira, é normal você se emocionar e compreender o que ela escreve. Já quando essa pessoa não tem nada a ver com você a tendência é você não entender o texto, ou não gostar.

Vê? É tudo uma questão de afinidade com a prórpia pessoa, já que escrever é revelar seus segredos, sentimentos, sonhos e esperanças.

Espero que isso incentive algumas pessoas que escrevem e tem vergonha de mostrar. Afinal compartilhar seus sentimentos atravéz da escrita é como desabafar e colocar pra fora o que te aflinge, preocupa, ou até mesmo uma alegria que quer dividir.

Não sei vocês, mas eu me sinto totalmente aliviada depois de escrever.


É isso aí, por mais que ainda pensem que "escrevem mal", escrevam, nem que for pra guardar pra você, as vezes ajuda.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010


Está sol lá fora, o céu é de um azul forte e vívido, que contrasta com o branco das finas nuvens. Ouço o mar que calmo se quebra em ondas e me traz as mais lindas conchas do oceano. Me sinto em um sonho, onde respiro a tranquilidade.Você pode não estar aqui no momento, contudo sei que está a pensar em mim. Um anel em meu dedo da mão direita me diz que tudo ficará bem, e que quando eu voltar pra monótona cidade de pedra, você estará lá e como o mar, me acalmará.Mal posso esperar pra voltar para o cinza, só pra te encontrar. Sei que é capaz de colorir o meu mundo como já o fez tantas vezes e sei que me trará de volta o sol, o azul do céu e algo mais imenso que o oceano, o amor.

sábado, 5 de dezembro de 2009


O capitalismo visa estimular o consumismo nos cidadãos. Ao destruir o socialismo soviético, esse sistema não tinha mais contra quem lutar, pois todos consumiam e produziam então, que o façam em maior escala. Foi então que surgiu a crise da superprodução e a necessidade de consumir mais e mais.
O sistema capitalista nos faz acreditar que podemos ter tudo, contanto que paguemos por isso. Para comprar, usamos o capital que recebemos por nosso trabalho. O problema é que produzimos X coisas por minuto e conseguimos comprar as mesma x coisas com o salário de um mês.
Como o dinheiro traz felicidade se ele nos limita e nos faz julgar pela quantidade de capital obtido? Que felicidade é essa que resulta em diferença social?
Estamos em uma sociedade, grupo de pessoas que vive em conjunto e nos importamos com nossa produção, nosso dinheiro e nossas compras. O termo "sociedade capitalista" é antagônico, é impossivel viver em uma sociedade que cada um pensa apenas em si.
Essa ilusão de felicidade nos faz procurar mais dinheiro e esquecer o próximo, nos faz cobrar um pouco de açúcar que o vizinho pede emprestado. E esse estímulo consumista vai nos levar ao apocalipse. É preciso o desapego das inúteis coisas materiais, e o maior pensamento nos companheiros, para buscar uma felicidade homogênea na nação e no mundo.

domingo, 29 de novembro de 2009

Enquanto pensava no passado, sentia o sol se distanciando, até que as gotas daquela triste chuva acanhada tocaram minha pele. Pareciam lágrimas de saudade, a mesma saudade que aperta meu peito e me tira as noites de sono.
Por um momento senti como se estivesse sendo aparada pela natureza em um abraço consolador.
Meus olhos tentaram imitar o céu, mas já não há mais água no meu mundo, e por ele não ser mais azul, o Sol me abandonou. Estou presa em um deserto frio, trancada dentro de mim.

Escrito em: 28/11/2009 ás 18:14h